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Jornadas

Congresso Brasileiro de Hispanistas

IX Congresso Brasileiro de Hispanistas
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Formulários de inscrição / Formularios de inscripción (somente ouvintes)

Forum de pesquisadores da ABH

O Regimento da ABH determina que os Congressos Brasileiros de Hispanistas devem ter um “espaço para o encontro de pesquisadores de temas afins”. Em função disso, a comissão organizadora do IX CBH anuncia o Fórum de Pesquisadores da ABH, que ocorrerá no dia 23 e 24 de agosto, das 14 às 18h. O Fórum é um espaço para debates sobre assuntos pertinentes ao hispanismo (e não um momento de apresentação de comunicações), que se realizará por meio de Grupos de Discussão (GDs). Cada GD será composto por dois coordenadores, professores de instituições diferentes, ambos credenciados por um Programa de Pós-Graduação e associados à ABH, um debatedor (opcional) e um número entre quatro e dezesseis participantes. Os GDs deverão ter como eixo de discussão um tema inserido em uma das áreas do VIII Congresso Brasileiro de Hispanistas, quais sejam, Estudos de linguagem, Ensino de línguas e Estudos de literatura e cultura.Serão fornecidos certificados específicos para o Fórum de Pesquisadores da ABH.Inscrições 01 de agosto até dia 10 de agosto nos e-mail indicados em cada grupo.

FÓRUM DE PESQUISADORES

Apresentação

É com grande satisfação que apresentamos os Grupos de Trabalhos que se inscreveram no Fórum de Pesquisadores do IX Congresso Brasileiro de Hispanistas que ocorrerá entre os dias 23 e 24 de agosto de 2016 no período vespertino.

Alguns grupos de trabalho desejam repassar material antes mesmo de sua apresentação, então para aqueles pesquisadores que assim o desejarem poderão fazer contato direto através do e-mail disponibilizado pelo GT e assim contribuir qualitativamente com a discussão, uma vez que durante o evento a duração de exposição e debate por GT será de 90 minutos.

Dia 23 de agosto – das 11h00 horas às 12h30 horas

Luciana Maria Almeida de Freitas (UFF)

Dayala Paiva de Medeiros Vargens (UFF)

Elzimar Goettenauer de Marins Costa (UFMG)

E-mail: lucianafreitas@uol.com.br

SALA A – Pesquisas sobre livros didáticos de espanhol no Brasil II

Este GD tem como propósito continuar discussões iniciadas no VIII Congresso Brasileiro de Hispanistas, em 2014. Reúne pesquisadores que desenvolvem estudos sobre livros didáticos de espanhol no Brasil e demais interessados pelo tema. Propomos os seguintes pontos para discussão: as questões relativas ao livro didático de espanhol que têm sido aprofundadas em pesquisas acadêmicas recentes; as perspectivas teóricas de análise em pesquisas sobre livro didático; as dificuldades e os impasses encontrados nessas investigações; as contribuições da pesquisa na definição do papel do livro didático no ensino-aprendizagem de uma língua adicional, na compreensão das rotas traçadas pelo Programa Nacional do Livro Didático para a elaboração de coleções destinadas aos anos finais do Ensinos Fundamental e Médio, na análise de mudanças e persistências nas concepções teóricas e metodológicas adotadas em obras didáticas publicadas nos últimos anos e na configuração da necessidade de uma formação inicial e continuada que prepare o professor não só para avaliar e selecionar materiais didáticos, mas também para formulá-los.

Dia 23 de agosto das 13h30 às 15h00 –

SALA B

Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG – Rómulo Monte Alto

Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ – Claudia Luna

Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC – Silvina Carrizo

E-mail: redeestudosandinos@yahoogrupos.com.br

Sala B – Rede de Estudos Andinos

Durante o VIII Congresso Brasileiro de Hispanistas, realizado em setembro de 2014, foi criada a Rede de Estudos Andinos. A proposição desse grupo nacional de estudos andinos nasceu do desejo de materializar uma iniciativa de trabalho em rede, entre pesquisadores nacionais e não nacionais, em torno de um tema comum: a região andina do continente latino-americano. Como etimologicamente as palavras “andes” e “andino” provêm da denominação “anti”, que faz referência aos habitantes da vertente amazônica do Tawantinsuyu (vide Martin Lienhard), nossa proposta incorpora também este outro território discursivo, tornando-se uma grande área de estudos, a região andino-amazônica, que começa a ganhar visibilidade dos estudos literários e culturais em nosso país. Esta rede pretende contribuir para que venha à tona o conhecimento de um mundo que ficou soterrado sob escombros de práticas coloniais desumanas, que persistiram inclusive na época republicana e moderna. A região andino-amazônica se oferece aos olhos dos estudiosos como um imenso retábulo transnacional, dotado de um prometedor repositório ? de imagens em movimento à espera da intercessão com o olhar externo, o nosso, que provindo da mesma situação periférica frente aos centros de produção de conhecimento crítico, começa a construir, a tecer redes de apoio e criar condições ideais para dar início a um diálogo verdadeiramente latino-americano

24/08 – 11h00 à 12h30.

SALA A

Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais – Regina M. Gonçalves Mendes

Universidade Federal de Integração Latino-americana- Francisca Paula Soares e Diego Chozas.

E-mail: paula.maia@unila.edu.br

Estudos (Sócio) Linguísticos e de Culturas em Espanhol e Português Línguas Estrangeiras

Este grupo de discussão, motivado no grupo de pesquisa CNPq/UNILA do qual se origina, tem por motivação a integração do Brasil na América Latina. Sendo o Brasil o único país latino-americano cuja língua oficial é o Português, variedade brasileira, tendo por vizinhos todos os países de língua oficial o Espanhol, será nosso tema de debate a pesquisa, e o compartilhamento de conhecimentos de estudos (sócio)linguístico-culturais das Línguas Espanhola e Portuguesa como estrangeiras/segunda/adicional, visando a favorecer intercâmbios, eventos, publicações diversas que contribuam para a formação de futuros professores da área, bem como dos que já estão atuando. Serão ainda debatidos ações e conhecimentos que têm contribuído para a ruptura com estereótipos culturais e preconceitos. Refletirá ainda sobre a integração de diversas instituições, nacionais e internacionais, aqui representadas por seus docentes pesquisadores e colaboradores portadores de diversas visões teóricas, bem como pelos discentes atuantes, nas diversas linhas de pesquisa que o compõem

SALA B 24/08/2016 11h00 – 12h30 horas

Experiências de Mediação de Leitura na América Latina – ambientes escolares e não escolares

Universidade Federal de Pernambuco – Imara Benfica Mineiro

Universidade Federal de Integração Latino-Americana – Cristiane Checchia

E-mail: gd.mediacaoleitura.al@gmail.com

O objetivo desse grupo de discussão é propiciar um espaço de reflexão e encontro entre pesquisadores que trabalham com mediação de leitura em contextos adversos, escolares e não escolares (como por exemplo prisões, albergues, hospitais, orfanatos, clínicas), em diversos países da América Latina. Essa proposta é inspirada nos trabalhos da antropóloga Michèle Petit, que reúnem relatos de experiências realizadas em diferentes países do continente, mostrando a importância da atuação de mediadores que ajudaram, mais ou menos conscientemente, na superação de algumas barreiras e na aproximação de indivíduos ao universo dos livros. Esses mediadores podem trabalhar em um tête-à-tête com o possível leitor, ou em situações de grupo, no qual se lê em voz alta e se conversa livremente explorando o texto. A partir disso, há uma série de questões inerentes à complexidade do trabalho de mediação de leitura que podem ser levantadas para a discussão: – Quais as diferentes concepções do papel do mediador de leitura? – Qual o lugar e o papel das leituras de literatura no empoderamento dos sujeitos em situação de adversidade? – O que esses sujeitos em situação adversa nos dizem sobre a literatura? – Como pensar a horizontalidade ou a assimetria das relações nos espaços de mediação? – De que forma os diferentes marcadores sociais, como classe, raça, gênero, capacitismo, estão presentes nos contextos em que se realizam as ações de mediação?

24 de agosto – das 13h30 às 15h00 horas

Meritxell Hernando Marsal UFSC

Margareth dos Santos USP

Javier Lluch Prats UV (Universitat de València, Espanha)

E-mail: meritxellhmarsal@gmail.com

SALA B – EDI RED: Historia cultural da edição ibero-americana contemporânea (sécs XIX-XXI)

Pretende-se reunir docentes e alunos de pós-graduação interessados em integrar a rede internacional de pesquisadores/as que desenvolvem o Projeto EDI RED: História cultural da edição iberoamericana contemporânea (séculos XIX-XXI), sediado no CSIC (Consejo superior de Investigaciones Científicas – Espanha) sob a coordenação da Profa. Dra. Pura Fernández. Os temas para o encontro vinculam-se aos do projeto cujo escopo será apresentado pela Profa Dra. Pura Fernández em sua conferência, atividade da programação do congresso. O projeto visa a construir a história da criação de uma República das Letras, analisando a circulação da literatura produzida e traduzida no espaço ibero-americano bem como as relações econômicas, políticas e culturais dela decorrentes e que nela incidem. Acompanha-se a trajetória da edição literária desde a consolidação do editor moderno, no século XIX até o momento atual caracterizado pela prevalência da indústria cultural concentrada em mãos de empresas de comunicação de massa. A pesquisa criará o primeiro portal acadêmico sobre Ibero-américa e será hospedada na Biblioteca Virtual Cervantes. Dada a natureza acadêmica da web, ela dará créditos aos pesquisadores/as e às instituições a que pertençam. No grupo se organizará a forma de pesquisadores/as integrarem-se à rede, já com mais de 80 membros de diferentes países e continentes, trabalhando em torno aos seguintes aspectos: editoras, edições digitais, contexto de produção (regulação da imprensa, de direitos autorais, censura política e religiosa etc), geografias editoriais e redes culturais. Cada um deles abrange outros tópicos

Organização / Organización

Comissão Organizadora / Comisión Organizadora

Coordenação / Coordinación

Diana Araujo Pereira (ABH-UNILA) Jorgelina Tallei (ABH-UNILA) Alai Garcia Diniz (ABH-UNILA) Flavio Pereira (ABH-UNIOESTE) Giane Lessa (ABH-UNILA)

Membros / Miembros

Diego Chozas (UNILA) Francisca Paula Maia (UNILA) Gregorio Perez de Obanos (UNILA) Ivan Bustinza Ulloa (UNILA) Ligia Andrade (UNILA) Livia Morales (UNILA) Livia Santos (UNILA) Mario Ramão (UNILA)  Olga Viviana Flores (UNIOESTE) Tatiana Carvalhal (UNILA) Laura Amato (UNILA Miriam Garcia (UNILA) Bruna Otani (UNILA) Laura Fortes (UNILA) Eduardo Rúbio (UNILA) Álvaro Gomes (UNILA)

Comitê Científico / Comité Científico

Luciana Freitas (UFF) (Presidenta)

Alfredo Cordiviola (UFPE) Carlos Bonfim (UFBA) Celia Navarro Flores (Universidade do Sergipe) Eliana Sturza (UFSM) Graciela Ravetti (UFMG) Paulo Correa (UFRJ) Greice da Silva Castela (UNIOESTE) Luciana Montemezzo (UFSM) Luizete G. Barros (UEM) Margareth Costa (Universidade Estadual do Piauí) Mariluci Guberman (UFRJ) Neide Gonzalez (USP) Valeria de Marco (USP) Walter C. Costa (UFSC) Yazmín López Lenci (UNILA)

Pareceristas ad hoc

Línguas – linguística

Antonio Ferreira (CEFET RJ)

Dayala Vargens (UFF)

Deise Piçanco (UFPR)

Eliana Sturza (UFSM)

Fabiele Stockmans de Nardi (UFPE)

Greice da Silva Castela (UNIOESTE)

Juan Pablo Martín (UFPE)

Leticia Rebollo Couto (UFRJ)

Ligia Couto (UEPG)

Lívia Batista (UFBA)

Luciana Freitas (UFF)

Luizete G. Barros (UEM)

Neide González (USP)

Paulo Antonio Correa (UFRJ)

Sandro Drumond Marengo (UFS)

Literatura – cultura

Adriana Fiuza (UNIOESTE)

Bethania Guerra de Lemos (UCM)

Cristiane Checchia (UNILA)

Cynthia Valente (UFSC)

Elda Firmo Braga (UERJ)

Imara Bemfica Mineiro (UFPE)

Isabel Cristina Jasinski (UFPR)

Raquel Cardoso (UFSC)

Mariluci Guberman (UFRJ)

Jorge Bracamonte (Universidad Nacional de Córdoba)

Rosângela Schardong (UEPG)

Silvina Carrizo (UFJF)

Áreas Temáticas

  • Estudos de linguagem: descrição e funcionamento de línguas do universo hispânico. Estudos discursivos e textuais. Perspectivas comparativas. Processos de aquisição. Contato linguístico. Estudos tradutórios relativos às línguas do universo hispânico.
  • Ensino de línguas: educação linguística em línguas do universo hispânico. Diversas tendências teóricas e sua relação com o ensino/aprendizagem e com a educação linguística. Literaturas e educação linguística. Práticas pedagógicas em diferentes espaços educativos. Políticas linguísticas. Formação docente.
  • Estudos de literatura e cultura: literaturas de línguas do universo hispânico: poéticas, história e crítica. Culturas do universo hispânico. Relações da cultura brasileira com a comunidade cultural hispânica. Literatura e outras linguagens artísticas. Literatura e outras disciplinas das ciências sociais. Literaturas do universo hispânico e outras literaturas. A tradução como mediação cultural.

 


 

  • Estudios de lenguaje: descripción y funcionamiento de lenguas del universo hispánico. Estudios discursivos y textuales. Perspectivas comparativas. Procesos de adquisición. Contacto lingüístico. Estudios de traducción relativos a las lenguas del universo hispánico.
  • Enseñanza de lenguas: educación lingüística en lenguas del universo hispánico. Diversas tendencias teóricas y su relación con la enseñanza/aprendizaje y con la educación lingüística. Literaturas y educación lingüística. Prácticas pedagógicas en diferentes espacios educativos. Políticas lingüísticas. Formación docente.
  • Estudios de literatura y cultura: literaturas del universo hispánico: poéticas, historia y crítica. Culturas del universo hispánico. Relaciones entre la cultura brasileña y la comunidad cultural hispánica. Literatura y otros lenguajes artísticos. Literatura y otras disciplinas de las ciencias humanas. Literaturas del universo hispánico y otras literaturas. La traducción como mediación cultural.

Circulares

Primeira Circular (português)

 

Segunda Circular (português)

Segunda Circular (español)

 

Terceira Circular (português)

Terceira Circular (español)

 

Quarta Circular (português)

Quinta Circular NUEVA

Convidados confirmados / Invitados confirmados

CONFERÊNCIAS

CATHERINE WALSH (EUA/Equador)

Interculturalidad y (de)colonialidad: Reflexiones desde Abya Yala

A partir de anos de pesquisa, diálogo e escuta com o movimento indígena e os afro-descendentes equatorianos, assessoria ao congresso constituinte do Equador em 2008, Catherine Walsh entende que o projeto de interculturalidade é de todos os cidadãos, não é étnico e neste sentido, propõe que a academia  desafie as disciplinas, a pretensão imparcial e distanciada que pensa sobre os indígenas, afro-descendentes, mas com eles.  Entendendo a interculturalidade crítica que se associa à (de)colonialidade não como conceitos, mas como prática pedagógica, na academia, o papel do pesquisador consiste em desafiar as disciplinas em sua pretensão imparcial, universal e distanciada que pensa sobre os indígenas, afro-descendentes, mas não pensa com eles. Pensar com os sujeitos que resistem é um modo de se posicionar contra a geopolítica do saber e a colonialidade do poder.  

 

RAINER ENRIQUE HAMEL (México)

Políticas del lenguaje en el campo de las ciencias y la educación superior en América Latina: El español y el portugués frente a la hegemonía del inglés

En el campo de las ciencias y su difusión se ha producido una transición de un modelo plurilingüe restringido a unas pocas lenguas europeas a un cuasi-monopolio del inglés durante el siglo XX, como parte de la globalización en la comunicación internacional. A esta tendencia, que tiene su mayor presencia en las publicaciones científicas, se añade hoy una dinámica de penetración del inglés como lengua de enseñanza en los programas de posgrado que atraen un creciente público internacional con la progresiva movilidad estudiantil. Hoy nos encontramos ante una disyuntiva crucial, con consecuencias posiblemente irreversibles: o transitamos de una hegemonía del inglés a un total monopolio que excluiría a todas las demás lenguas de las ciencias; o avanzamos, por el contrario, hacia un renovado modelo plurilingüe que refuerce la diversidad de lenguas, estrategias discursivas y modelos culturales de hacer ciencia y educación superior. Hay cuatro buenas razones, particularmente en América Latina, para oponerse a un monopolio del inglés en esta área estratégica: los riesgos teórico-epistemológicos de un monolingüismo para la creatividad en las ciencias; el problema de las asimetrías crecientes de poder y conocimientos entre comunidades lingüísticas diferenciadas; las consecuencias de atrofia y estancamiento para las lenguas internacionales que abandonan este campo; y las consecuencias negativas del monolingüismo anglófono para una cooperación internacional más simétrica. Como tema de discusión, propondré finalmente elementos de un modelo plurilingüe para definir políticas integradas del lenguaje, las ciencias y la educación superior en América Latina.

 

 

PURA FERNÁNDEZ (Espanha)

La edición literaria iberoamericana: hacia una red intercontinental de historia de la edición contemporánea. El portal EDI-RED (ss. XIX-XXI)

La ponencia presentará el primer portal académico Editores y Editoriales Iberoamericanos (siglos XIX-XXI). EDI-RED, que pretende difundir la investigación generada en torno a la edición literaria y a las modernas industrias culturales, así como fomentar nuevas formas de conocimiento ligadas a las Humanidades Digitales. También, persigue concienciar acerca del valor patrimonial que poseen los archivos de la edición y las prácticas de sus profesionales, así como su contribución fundamental en los contactos, intercambios y transferencias culturales en el mundo global.  Promovido por el Grupo de Investigación Cultura, Edición y Literatura en el Ámbito Hispánico (GICELAH) del CSIC, EDI-RED es el fruto de la colaboración de varios equipos de trabajo en Argentina, Brasil, Chile, Colombia, EEUU, España, Filipinas, Guinea Ecuatorial, México, Perú y el norte de África. Un colectivo que suma centenares de nombres en constante crecimiento y al que se unen numerosos profesionales del sector del libro nacional e internacional.

 

GUILLERMO MARIACA (Bolívia)

Parábola de la papa

La interculturalidad ha sido comprendida como una consecuencia de la condición colonial. Dos culturas chocan, alguna se impone, pero ambas terminan compartiendo características comunes. Melting pot, le dicen. Otra versión, más “suave”, afirma que la interculturalidad es un sinónimo de mestizaje; otra, más discreta, que es apenas otro término para denominar la multiculturalidad predominante dentro de la globalización. Sea la persistencia de la heterogeneidad, la caída en la hibridez o el adorno de la diversidad, estas comprensiones revelan la sordera política y cultural ante la visión de mundo de los indígenas de tierras altas.

Porque así como la papa tiene como condición de existencia su altísima variedad genética que la llevó a resistir la plaga transgénica, hoy todavía una de sus variedades -la paparuna- se utiliza para honrar a la Pachamama. La papa, así, representa la resistencia radical al agronegocio como metáfora de la uniformidad tanto como la sobrevivencia de la ética de una sociedad sin Estado. La papa condensa la potencia indianizadora del mundo. La parábola de su especiación nos cuenta su recorrido descolonizador.

 

JORGE BRACAMONTE (Argentina)

Novela, experimentación, historia y territorios en Argentina, entre 1950 y 1980

Entre las décadas de 1950 y 1980, en Argentina se produce cierta renovación de la novela, que en primer lugar surge del desarrollo de la propia serie literaria, sobre todo en lo referente a las polémicas y reformulaciones del género novelístico tanto en el marco argentino como extranjero, y que a su vez se vincula de manera interdiscursiva con el devenir de los dominios socio-históricos y las revisiones que, a la luz de hechos contemporáneos revulsivos, se producen respecto a diversos pasados históricos. Entre las diferentes posibles series de análisis de novelas de la etapa, prestaremos atención a la siguiente, caracterizada por conjugar experimentación formal, discursiva y de lenguaje, representaciones problemáticas de ciertos momentos clave del pasado colonial o poscolonial del siglo XIX –o incluso representaciones dinámicas de la interacción entre presentes históricos narrados y aquellos pasados lejanos-, e incorporación y transformación discursiva de referencialidades espaciales y temporales precisas, como algunas provenientes de la historia y territorios confluyentes de los actuales países Argentina, Paraguay, Uruguay y Brasil –en particular de la región sur de este último-.

 

 

MESA TRÂNSITOS CULTURAIS

CARLOS AGUASACO (Colômbia/EUA)

Literatura emergente y traducción: el caso de la nueva literatura latinoamericana en los Estados Unidos

Con base en el concepto de la bibliodiversidad, nuestra experiencia en la editorial Artepoética Press (artepoetica.com) y The Americas Poetry Festival of New York (poetryny.com), analizaremos la relación entre la literatura latinoamericana emergente, su traducción al inglés y su difusión en los Estados Unidos. Además se presentará una semblanza de las redes y circuitos de distribución de dicha literatura: ferias del libro, festivales, congresos académicos, etc.

 

DAMIÁN CABRERA (Paraguai)

NAVÍO PARAGUAYO. Estrategias para salir del espacio insular

La metáfora de la isla define al Paraguay como cierre, como distancia y excepcionalidad, pero también como espacio para canjes, transacciones e intercambios. A partir de la imagen del navío el autor piensa los movimientos de reconfiguración del espacio insular, anticipados en estéticas y el horizonte de las lenguas.

 

FRANCISCO MARTÍN (Espanha/Itália)

Pensar en Español

Resumen: Es un lugar común bastante extendido afirmar que la cultura hispánica es rica en producciones artísticas y literarias y pobre en lo que se refiere a la ciencia y la filosofía. Más bien, lo que sucede es que la cultura hispánica ha desarrollado “modos de pensar” alternativos a los modos de pensar históricamente dominantes en la cultura occidental. La geopolítica del canon ha condenado el pensamiento hispánico como no representativo del filosofar occidental, y lo ha rebajado a la categoría de mera literatura, cuando, en propiedad, lo que se ha dado historicamente en el dominio de la lengua española es un pensar en el que la filosofía y la literatura se dan juntas y de manera inescindible.

 

MESA CULTURAS AFROLATINAS

CARLOS BONFIM

Merienda de negros: canto-contar(nos) outras histórias de uma negramérica

“Merienda de negros” – assim como o termo “quilombo” – assumiu em diversas latitudes uma conotação muito pouco amigável. É uma dessas expressões inventadas pelo preconceito racial para caracterizar, segundo se conta, um barulhento e festivo encontro que, visto a partir das assepsias da cidade letrada, é sinônimo de desordem, confusão. “Merienda de negros” é também o título de um poema do equatoriano Antonio Preciado. Um poema que nos convida a participar da celebração coletiva de alegrias nascidas muitas vezes do banzo, mas também da indignação. E que nos convida, do mesmo modo, a uma mirada mais atenta aos modos como narramos nossa história cultural nestas latitudes. Nesta comunicação proponho – a partir das ações que realizamos em Latitudes Latinas – algumas reflexões sobre estes temas e sobre uma possível agenda de trabalho relacionada a esta negra e tão pouco conhecida América.

 

MARCOS ALEXANDRE

Textualidades negras nas Américas

Tomando a cultura afrodescendente nas Américas como referencial e tendo a perspectiva afro-brasileira como enunciação, este trabalho se propõe a mapear e discutir algumas textualidades negras que integram os discursos literários contemporâneos em dramaturgias, narrativas e/ou poesias.

 

FERNANDA FELISBERTO

Desvendando a autoria feminina negra caribenha: uma leitura de Teresa Cárdenas

Esta comunicação apresenta um inventário preliminar das obras literárias publicadas por escritoras negras caribenhas e afro-latinas, apresentando as obras presentes no mercado editorial brasileiro. O marco inicial desta pesquisa foi observar esta presença no decênio da lei 10.639/2003, observando como a presença destas escritoras se conformou e entrou no circuito nacional, com destaque especial para Teresa Cardenas.

 

 

MESA POLÍTICAS LINGUÍSTICAS

DAVID GALEANO OLIVEIRA (Paraguai)

Soberanía cultural, identidad y lengua guarani

El Avañe’ê (Guarani) forma parte del paraguayo. Con el tiempo, probablemente se convirtió en uno más de sus órganos vitales, o tal vez en uno de sus huesos más duros y resistentes; o podría -por qué no- formar parte integrante y vivificante de su fluido sanguíneo. Asimismo, podría decir -sin exagerar- que hasta el aire que respiramos contiene partículas de Guarani.

 

VIRGINIA UNAMUNO (Argentina)

“Los argentinos venimos de los barcos”: notas sobre política, lenguaje y cortes de ruta

Argentina es un país que se ha producido a sí mismo como monolingüe. Esto implica, entre otras cosas, dar por supuesto la existencia de una lengua común que atraviesa diferentes grupos y construye nación. Esta ideología moderna opera en la trastienda del sentido común, dando coherencia a diversas acciones políticas sobre el lenguaje. Sin embargo, nuevos contextos, nuevos actores y nuevas prácticas parecen retar al estado-nación al poner en juego nuevas ideologías lingüísticas. En esta exposición, haré un recorrido por algunas acciones recientes en la Provincia de Chaco en las cuales actores indígenas se erigen en hacedores de políticas del lenguaje. Si bien haré referencia a diferentes campos –la educación, la salud y la justicia-, me detendré en el análisis de  las políticas oficiales y las prácticas escolares relativas a lo que se denomina “educación intercultural bilingüe”. Con este análisis, me gustaría discutir los modos tradicionales de acercarse a las políticas lingüísticas así como los posibles aportes de una aproximación etnográfica a las mismas que describa los procesos de lucha social por dar sentido y valor a los usos del lenguaje.

 

XOÁN LAGARES (Espanha/Brasil)

Políticas lingüísticas en/desde Brasil

En mi intervención pretendo hacer un breve análisis de la política lingüística brasileña, tanto en lo que tiene que ver con las acciones de gestión de las lenguas dentro del país, como en relación con las políticas de difusión de la lengua portuguesa y de diálogo con la realidad lingüística de América del Sur. Al mismo tiempo, en este resumido análisis haré un recorrido por las diversas perspectivas adoptadas en el estudio y en las acciones de política lingüística en Brasil.

TEÓFILO LAIME AJACOPA (Bolívia)

Uso de la lengua indígena en instituciones públicas

Desde el año 2001 la población boliviana mostró su inclinación hacia la autoidentificación con la cultura indígena. Según el censo nacional de Bolivia (2001), los habitantes declararon hablar lengua nativa en un 51%, asimismo se identificaron con algún grupo étnico o nación indígena en un 62%. Esto implica que cerca de dos tercios de la población tomó la conciencia étnica y la mitad de la población dijo hablar una lengua indígena. Este panorama condujo a Bolivia hacia los cambios sociales y culturales donde se privilegia el idioma nativo y en consecuencia los liderazgos locales y nacionales que exigen tener alguna relación con la identidad étnica. Es el caso del ascenso de Evo Morales a la presidencia.  La toma de conciencia del valor de la lengua indígena en el plano social, cultural y político hizo que se reconocieran mediante la Constitución Política del Estado Plurinacional (2009) 36 lenguas indígenas del país dando estatus de lenguas oficiales a la par del castellano. Asimismo se indica en el art. 234 de la misma Constitución que los servidores públicos deben hablar al menos dos lenguas oficiales. Esto implica que en instituciones públicas de La Paz están obligados a hablar aymara y castellano, en Cochabamba quechua y castellano, en Santa Cruz guaraní o bésiro o quechua y castellano. En realidad este tema se está convirtiendo en tema de aceptación y discusión por cada población local. A su vez, se cuestiona la validez científica y tecnológica de la lengua indígena aparte de su importancia comunicativa. Este es un tema que me ocupa en esta ponencia.

Valores de inscrição e forma de pagamento / Valores de inscripción y medios de pago

VALORES DE INSCRIÇÃO / VALORES DE INSCRIPCIÓN

 

COM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO / CON PRESENTACIÓN DE TRABAJO

Associado da ABH com anuidade em dia /Socios de la ABH con la cuota anual al día
Até 15 de junho de 2016/ Hasta 15 de junio de 2016 Até 31 de julho de 2016/ Hasta 31 de julio de 2016
Doutores / Doctores R$ 100,00 R$ 150,00
Mestres / Magíster R$ 80,00 R$ 100,00
Mestrandos/Estudiantes de maestría R$ 60,00 R$ 80,00

 

Não associado da ABH /No socios de la ABH
Até 15 de junho de 2016/ Hasta 15 de junio de 2016 Até 31 de julho de 2016/ Hasta 31 de julio de 2016
Doutores / Doctores R$ 400,00 R$ 450,00
Mestres / Magíster R$ 250,00 R$ 300,00
Mestrandos /Estudiantes de maestría R$ 180,00 R$ 200,00

Obs: no caso de apresentação de trabalho, recomenda-se o pagamento da inscrição após o recebimento da carta de aceite

 

SEM APRESENTAÇÃO DE TRABALHO / SIN PRESENTACIÓN DE TRABAJO

Até 15 de junho de 2016/ Hasta 15 de junio de 2016 Até o evento /Hasta el evento
Associado da ABH /Socio de la ABH R$ 20,00 R$ 30,00
Estudante de graduação / Estudiante de graduación R$ 10,00 R$ 20,00
Demais ouvintes / Demás oyentes R$ 40,00 R$ 50,00

 

 

FORMAS DE PAGAMENTO / MEDIOS DE PAGO

DEPÓSITO OU TRANSFERÊNCIA BANCÁRIA / INGRESO O TRANSFERENCIA BANCARIA

Banco do Brasil (001)
Agência: 3610-2
Conta Corrente: 32948-7
CNPJ: 04.324.974/0001-81

Após realizado o depósito ou transferência, a cópia do comprovante deve ser enviada a congressodehispanistas @gmail.com / Tras la realización del ingreso o transferencia, la copia del comprobante a congressodehispanistas@gmail.com

ATENÇÃO: não serão aceitos depósitos em caixas automáticos. / ATENCIÓN: no se aceptarán ingresos realizados en cajeros automáticos

Normas para inscrição e publicação de trabalhos / Normas para inscripción y publicación de trabajos

Serão aceitos trabalhos nas modalidades de comunicação coordenada e comunicação individual. Somente doutores, mestres e mestrandos podem apresentar trabalhos no IX Congresso Brasileiro de Hispanistas. Cada pesquisador pode submeter, no máximo, dois trabalhos: um como autor único e um em coatoria. Todos os coautores de um trabalho devem se inscrever no evento e efetuar o pagamento das taxas.

Comunicações coordenadas

São sessões compostas por um coordenador (doutor) e três ou quatro trabalhos (excepcionalmente, cinco), podendo um deles ser do próprio coordenador. As sessões de comunicações coordenadas terão a duração de 1h30min, com 15 minutos para cada comunicação e 30 minutos para debates. A ementa da sessão deverá ter até 300 caracteres com espaço e todas as comunicações devem apresentar um resumo com a extensão de 1000 e 1600 caracteres com espaços.
É responsabilidade do coordenador o envio da proposta da sessão de comunicações coordenadas ao Congresso, viaformulário eletrônico. No entanto, cada integrante de sessão deverá realizar sua inscrição por meio do mesmo formulário eletrônico, marcando a opção “Comunicação coordenada”.

Comunicações individuais

São trabalhos com 15 minutos de duração e que serão agrupadas pela organização do congresso, por aproximação temática, em sessões de 1h30 de duração, com 30min destinados aos debates.
As inscrições de propostas de comunicação serão efetuadas via formulário eletrônico. Para isso, os autores deverão apresentar um resumo entre 1000 e 1600 caracteres com espaços.

 

Publicação de trabalhos

Os resumos e os trabalhos completos serão publicados em livro digital. Instruções para envio dos textos integrais encontram-se aqui.

Informamos que o prazo para entrega dos trabalhos apresentados no X Congresso Brasileiro de Hispanistas para publicação nos anais foi prorrogado para 10 de novembro de 2016.

Lugar do evento e transporte

O evento acontece na UNILA e UNIOESTE.

Veja a localização da UNILA E UNIOESTE no Google Maps.

 

Apoios / Apoyos

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