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Revista de nº 8 – 2015
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Créditos

Comissão Editorial 2014-2016

 

Alai Diniz (UFSC)

Jorgelina Tallei (UNILA)

Luciana Freitas (UFF)

Julia Costa (UFBA)

Wanderlan Alves (UEPB)

Andreia Pontes (UFPB)

Rubens Daniel Castiglioni (UFRGS)

Renato Vázquez (UFRRJ)

Conselho Editorial

Ana Maria Camblong Univ. Nacional de Misiones, Argentina
Azucena Palacios U. Autónoma de Madrid, Espanha
Bernard Sicot Université Paris X – Nanterre, França
Elisa Amorim UFMG, Brasil
Enrique Foffani Univ. Nacional de Rosario, Argentina
Heloísa Pezza Cintrão USP, Brasil
Jens Andermann Universität Zürich
Jorge Diaz Cintas Imperial College London, Reino Unido
José Carlos Sebe Meihy USP, Brasil
José Ribamar Bessa Freire UERJ / UNIRIO, Brasil
Julio Pimentel Pinto USP, Brasil
Julio Rodríguez Puértolas U. Autónoma de Madrid, Espanha
María Elena Placencia Birbeck University, Reino Unido
Mirta Groppi USP, Brasil
Oscar Diaz Fouces Universidad de Vigo, Espanha
Pablo Rocca Univ. de la República, Uruguai
Pablo Vila University of Temple, EUA
Patricia Willson El Colegio de México, México
Raquel Macciucci Univ. Nac. de La Plata, Argentina
Silvia Cárcamo de Arcuri UFRJ, Brasil
Silvina Montrul Univ. de Illinois, EUA
Susana Romano Sued Univ. Nacional de Córdoba, Argentina
Vera Sant’Anna UERJ, Brasil
Virginia Unamuno Conicet, Argentina
Viviana Gelado UFF, Brasil
Walter Carlos Costa UFSC, Brasil

Comissão Editorial 2012-2014

Ariadne Costa da Mata (UEPB)
Cristiano Silva de Barros (UFMG)
Del Carmen Daher (UFF)
Elisa Amorim Vieira (UFMG)
Elzimar Goettenauer Costa (UFMG)
Fernanda dos Santos Castelano Rodrigues (UFSCar)
Graciela Foglia (UNIFESP)
Magnolia Brasil Barbosa do Nascimento (UFF)
Marcia Paraquett (UFBA)
Rubens Daniel Castiglioni (UFRGS)
Silvia Cárcamo de Arcuri (UFRJ)
Vera Lúcia de Albuquerque Sant’Anna (UERJ)

Conselho Editorial

Ana Maria Camblong Univ. Nacional de Misiones, Argentina
Azucena Palacios U. Autónoma de Madrid, Espanha
Bernard Sicot Université Paris X – Nanterre, França
Elisa Amorim UFMG, Brasil
Enrique Foffani Univ. Nacional de Rosario, Argentina
Heloísa Pezza Cintrão USP, Brasil
Jens Andermann Universität Zürich
Jorge Diaz Cintas Imperial College London, Reino Unido
José Carlos Sebe Meihy USP, Brasil
José Ribamar Bessa Freire UERJ / UNIRIO, Brasil
Julio Pimentel Pinto USP, Brasil
Julio Rodríguez Puértolas U. Autónoma de Madrid, Espanha
María Elena Placencia Birbeck University, Reino Unido
Mirta Groppi USP, Brasil
Oscar Diaz Fouces Universidad de Vigo, Espanha
Pablo Rocca Univ. de la República, Uruguai
Pablo Vila University of Temple, EUA
Patricia Willson El Colegio de México, México
Raquel Macciucci Univ. Nac. de La Plata, Argentina
Silvia Cárcamo de Arcuri UFRJ, Brasil
Silvina Montrul Univ. de Illinois, EUA
Susana Romano Sued Univ. Nacional de Córdoba, Argentina
Vera Sant’Anna UERJ, Brasil
Virginia Unamuno Conicet, Argentina
Viviana Gelado UFF, Brasil
Walter Carlos Costa UFSC, Brasil

Revisão: Leticia Carniello
Revisão de abstracts: Daniela Ioná Brianezzi
Edição eletrônica: Helena Rodrigues
Revisão: Leticia Carniello
Revisão de abstracts: Daniela Ioná Brianezzi
Edição eletrônica: Helena Rodrigues


Endereço eletrônico: revista.abh@gmail.com

Apresentação

Presentación

Apresentação

As revistas põem em cena os debates contemporâneos. A atualidade das posições em discussão são as coordenadas que organizam as suas páginas, inclusive quando lançam olhares retrospectivos em direção aos temas do passado. Parece paradoxal, mas essa fugacidade do presente, que condena essas páginas a um envelhecimento precoce, preserva a vitalidade de um espaço de discussão que resiste às respostas consumadas, às soluções definitivas e ao conforto dos consensos. As revistas instauram a possibilidade de uma reflexão aberta ao diálogo e atenta às demandas de seu tempo. Esse é o propósito que impulsiona a abehache, a revista da Associação Brasileira de Hispanistas, que apresentamos hoje. Oferecer um espaço de debate que atualize permanentemente a reflexão sobre as manifestações linguísticas, literárias, artísticas, políticas, históricas e sociais do universo cultural hispânico. Abrir um espaço de debate que assuma, especialmente, a complexidade que esse campo do conhecimento comporta, não somente pela heterogeneidade inerente ao seu objeto de estudo, mas, sobretudo, pela peculiar perspectiva de análise que pressupõe pensar o hispanismo no Brasil. Tal pensamento não precisa limitar-se à constatação do que já se conhece, pode ser também uma instância de reinvenção e de intervenção, se levarmos em conta o lugar a partir do qual o conhecimento é construído. Em outras palavras, considerando a peculiar posição que o Brasil ocupa com relação à Espanha e à América Latina, a abehache pode fazer do hispanismo um espaço dinâmico de resignificação cultural, instaurando novos olhares sobre esse campo do conhecimento e estimulando o diálogo com perspectivas exteriores à revista. Nesse sentido, ela está aberta à recepção de trabalhos relevantes realizados no Brasil e no exterior.
Todos os números da abehache incluem um Dossiê que concentra o debate em torno de um tema particular. O primeiro número propõe uma reflexão sobre as políticas linguísticas e literárias que configuram a cena cultural hispano-americana e espanhola, procurando atender às diversas instâncias de planejamento, produção, circulação e legitimação das mesmas. Em um contexto caracterizado tanto pelo acelerado processo de globalização, quanto pelo surgimento de projetos alternativos a ele, consideramos instigante refletir sobre as políticas linguísticas e sobre a produção literária relacionada às diversas instâncias sociais de legitimação simbólica (o Estado, o mercado, as universidades, as academias de língua, os prêmios, a crítica literária, etc.). Um fragmento traduzido do livro Aqui América latina. Una especulación, de Josefina Ludmer, abre o dossiê com uma instigante reflexão para pensar o que ela chama de território da língua (que contém a literatura, mas também a transcende) e determinar como ela se organiza. Dessa forma, Ludmer discorre sobre as desterritorializações que, nas últimas décadas, nos deslocaram da nação para a língua e sobre o modo como esta conduz ao império. Com leituras específicas de textos de autores hispano-americanos, os artigos de Laura Hosiasson, Luciene Azevedo, Adriana Kanzelpolsky e Graciela Foglia refletem sobre a literatura e suas relações com a heterogeneidade da língua, os trânsitos culturais, o mercado, o Estado e as práticas políticas. Em cada número haverá a seção Entrevistas na qual conversamos com intelectuais, escritores ou pesquisadores vinculados ao campo do conhecimento do hispanismo. Nesta oportunidade, dialogando com o tema do dossiê, apresentamos duas entrevistas. Na primeira, o Diretor da Biblioteca Nacional da Argentina, Horacio González, estabelece produtivas relações para se pensar os vínculos entre biblioteca e avanço tecnológico, além de se pronunciar sobre as políticas de leitura no mundo contemporâneo e, mais especificamente, na Argentina de hoje. Na segunda, solicitamos a quatro estudiosos da linguagem, Adolfo Elizaincín, Ângela Di Tullio, José Luis Moure e Inés Fernández-Ordóñez, membros integrantes de Academias da Língua, que respondessem a perguntas sobre política e autoridade linguísticas. A seção Varia abre a revista para a diversidade de temas, problemas e perspectivas disciplinares que atravessam os estudos hispânicos e foi concebida como um espaço de debates em elaboração. A revista também prevê um espaço de Resenhas com o propósito de difundir publicações recentes, do Brasil e do exterior, de interesse para os estudos relacionados ao hispanismo. Por último, uma página de Tradução fechará todos os números, como uma forma de registrar a importância que tem tal instância da atividade intelectual quando esta se produz em um entrelugar linguístico e cultural.

Normas para Publicação

NORMAS PARA SUBMISSÃO DE ARTIGOS E RESENHAS 

Serão submetidos à aprovação da Comissão Editorial e ao julgamento de pareceristas ad hoc artigos que atendam ao tema e à respectiva ementa de cada número, bem como resenhas de livros ou filmes e artigos sobre as diversas manifestações linguísticas, estéticas, sociais, políticas e históricas do universo hispânico. Os trabalhos podem ser redigidos em português ou espanhol e devem ser inéditos. Trabalhos em outras línguas poderão ser excepcionalmente admitidos.

A Revista da ABH adota a política de acesso aberto, conforme a licença da CreativeCommons:http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt.

 

Artigos

O trabalho deve obedecer à seguinte sequência:

 

1. Título – centralizado, em negrito, com maiúscula só para letras iniciais. Fonte: Times New Roman 16.

 

2. Nome(s) do(s) autor(es) – alinhado à direita da página, em negrito, duas linhas abaixo do título, com maiúscula só para as letras iniciais. Fonte: Times New Roman 12. Inserir nota de rodapé, indicando titulação, nome por extenso da instituição à qual está vinculado e endereço eletrônico para contato. (Obs.: inserir informações sobre eventuais financiamentos relacionados ao trabalho).

 

3. Resumo ou Resumen e Abstract – deve-se necessariamente incluir um Resumo / Resumen em português ou espanhol, de acordo com a língua do artigo, e um Abstract em inglês em todos os casos. Colocar a palavra Resumo / Resumen / Abstract emTimes New Roman 11, negrito, maiúscula para letra inicial, duas linhas abaixo do nome do autor, seguida de dois pontos. O texto-resumo deverá ser apresentado em Times New Roman 11, espaço simples, sem recuo, alinhamento justificado. O resumo deve ter, no mínimo, 100 e, no máximo, 150 palavras.

(Obs.: Resenhas não devem ser acompanhadas por resumo ou abstract.)

 

4. Palavras-chave / Palabras clave / Keywords – devem ser acrescentadas após cada resumo. Dar um espaço em branco. Fonte: Times New Roman 11, espaço simples. As palavras palavras-chave / palabras clave / keywords deverão estar emnegrito, seguidas de dois pontos. Pede-se de 3 a 5 palavras-chave em português, de 3 a 5 palabras clave em espanhol e de3 a 5 keywords em inglês, separadas por ponto e vírgula. Alinhamento justificado.

(Obs.: Resenhas não devem ser acompanhadas por palavras-chave.)

Deixar duas linhas simples em branco antes do texto.

 

5. Texto – em Times New Roman 12, espaçamento 1,5 entre linhas e parágrafos. Alinhamento justificado. Usar espaçamento duplo entre o corpo do texto e citações, subitens, ilustrações e tabelas, quando houver. Os artigos devem ter entre 5 mil e 8 mil palavras, em formato A4, com 2,5 cm de margem superior e inferior e 3,0 cm de margem esquerda e direita. Artigos com menos de 5 mil palavras não serão aceitos. Para resenhas: no mínimo 1.200 e no máximo 2.500 palavras. Não numerar as páginas.

5.1. Parágrafos: usar “primeira linha” (1,25 cm).

5.2. Subtítulos: Times New Roman 14, sem recuo, em negrito, só com a primeira letra em maiúscula. A numeração dos subitens, se for usada, deve ser feita em algarismos arábicos.

5.3. Tabelas e ilustrações (fotografias, desenhos, gráficos etc.) devem vir dentro do padrão geral do texto e no espaço a elas destinado pelo autor, não ao final. Recomenda-se o uso de imagens em 72 px de resolução. Evitar o uso de imagens em grandes dimensões.

5.4. Notas devem ser evitadas. Quando necessário, devem aparecer ao pé da página, numeradas com números arábicos, de acordo com a ordem de aparecimento. Fonte: Times New Roman 10, espaço simples.

5.5. Ênfase ou destaques no corpo do texto – deve-se usar negrito. Para palavras em língua estrangeira, usar itálico. Não sublinhar textos.

5.6. Citações de até três linhas vêm entre aspas, seguidas do sobrenome do autor (em MAIÚSCULAS), ano de publicação e página(s). Ex.: (LIEBLICH 2005: 61). Com mais de 3 linhas, com recuo de 1,25 cm em ambas as margens, fonte Times New Roman 11, sem aspas, espaço simples, também seguidas do sobrenome do autor (em MAIÚSCULAS), ano de publicação e página(s). Somente as citações em língua estrangeira devem vir em itálico.

 

Resenhas

Devem ser apresentadas com a mesma formatação dos artigos (sem título nem resumo nem palavras-chave), com a referência completa da obra resenhada, em parágrafo justificado, no lugar do título.

 

Alguns exemplos de citações

  • Citação direta com três linhas ou menos:

BORNHEIM (1992: 57) afirma ainda “Assim, a plasticidade do texto compõe-se juntamente com os recursos de que lança mão a encenação.”

  • Citação indireta:

Para o dramaturgo e diretor alemão Bertolt BRECHT (1967), o teatro não deve proporcionar apenas as sensações e os impulsos que são permitidos pelo respectivo contexto histórico […].

  • Citação de citação:

Nesse sentido, Henry GIROUX (apud RAJAGOPALAN 2003: 105) argumenta que […]

  • Citação com mais de três linhas:

Segundo POSSENTI (2012: 237),

[…] nenhum discurso pode prescindir de um mínimo de coerência interna, trate-se de ciências, trate-se de saberes, para adotar a terminologia de Foucault. Em certo sentido, análogo, mas não idêntico, mesmo doutrinas francamente ideológicas (políticas, religiosas e outras) estão submetidas a esta restrição.

6. Anexos – devem ser evitados. Caso existam, devem ser colocados antes das referências bibliográficas, precedidos da palavraAnexos, maiúscula só na letra inicial e negrito, sem recuo e sem numeração. Quando constituírem textos já publicados, devem incluir permissão dos editores para publicação. Recomenda-se que anexos sejam utilizados apenas quando absolutamente necessários. Os anexos não podem exceder o máximo de caracteres estipulado para os artigos.

 

7. Referências bibliográficas – devem ser apenas aquelas referentes aos textos citados no trabalho. O título Referências bibliográficas só com a letra R maiúscula, em negrito, centralizado, sem recuo, deixando duas linhas simples em branco antes desse título. Colocar duas linhas simples em branco depois do título, antes da primeira entrada. Espaço simples nas referências bibliográficas, sem deslocamento. Espaçamento duplo entre as obras citadas. Fonte: Times New Roman 12. Para os sobrenomes dos autores, MAIÚSCULAS. (Vide exemplos.). As obras citadas nas referências bibliográficas não são numeradas.

 

Alguns exemplos de Referências bibliográficas

Livro

RAJAGOPALAN, Kanavillil. Por uma lingüística crítica: Linguagem, identidade e a questão ética. São Paulo: Parábola Editorial, 2003.

 

Capítulo de livro

POSSENTI, Sírio. Notas sobre língua, texto e discurso. In: BRAIT, Beth; SOUZA-E-SILVA, Maria Cecília (org.). Texto ou discurso?São Paulo: Contexto, 2012.

 

Artigo de periódico

CARVALHO, Carolina Alfaro de. Por uma abordagem sistêmica, descritiva, funcional e subjetiva da tradução para legendas. In:TradTerm 13(1), 2007, 13-29.

 

Artigo de jornal

TEIXEIRA, Ivan. Gramática do louvor. In: Folha de S. Paulo, Jornal de Resenhas. São Paulo, 08/04/2000, 4.

 

Dissertação e tese

CASTELA, Greice da Silva. A leitura e a didatização do (hiper)texto eletrônico no ensino de espanhol como língua estrangeira (E/LE). Tese de doutorado. FL/UFRJ, Rio de Janeiro, 2009.

 

Publicação on-line – INTERNET

ABOGADO RODRÍGUEZ, Ana. Derechos indígenas y sociedad de masas. In: Revista de Antropología 2, Santiago de Chile, nov. 2007, 29-35. http://www.derechosdehablantes.org. (23/01/2008).

 

OBSERVAÇÃO FINAL: A desconsideração das normas implicará a não aceitação do trabalho. Os artigos ou resenhas recusados não serão devolvidos ao(s) autor(es).

 

 

 

NORMAS DE ESTILO PARA PROPOSICIONES DE ARTÍCULOS Y RESEÑAS

 

Serán evaluados por la Comisión Editorial y especialistas ad hoc los artículos que respondan al tema y respectivo descriptor de cada número, así como reseñas de libros o de películas y artículos sobre las diversas manifestaciones lingüísticas, estéticas, sociales, políticas e históricas del universo cultural hispánico. Los trabajos se podrán redactar en portugués o en español y deben ser inéditos. Excepcionalmente podrán admitirse trabajos presentados en otras lenguas.

La revista de la ABH sigue una política de acceso libre, según licencia de CreativeCommons:http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/deed.pt.

 

Artículos

El trabajo necesariamente se presentará con la siguiente estructura modelo:

 

1. Título – centrado, en negrita, con mayúscula solamente en las letras iniciales. Tipo de letra: Times New Roman 16.

 

2. Nombre del autor o de los autores – alineado y justificado hacia la derecha de la página, en negrita, dos líneas abajo del título, usando mayúsculas solamente para las letras iniciales del nombre y apellido. Tipo de letra: Times New Roman 12. Inserir nota a pie de página, indicando título, nombre completo (no abreviado) de la institución a la que está vinculado y dirección electrónica para contacto. (Obs.: inserir también datos, si fuera necesario, de financiaciones relacionadas al trabajo).

 

3. Resumen o Resumo y Abstract – necesariamente se tendrá que incluir un Resumen / Resumo en español o en portugués, según la lengua del artículo, y, además, en cualquiera de los dos casos, un Abstract en inglés. Usar para la palabra Resumen / Resumo / Abstract el tipo de letra Times New Roman 11, en negrita, mayúscula para letra inicial, dos líneas abajo del nombre del autor, seguida de dos puntos. El texto-resumen se presentará en Times New Roman 11, interlineado sencillo, sin sangrado, alinearlo justificado por ambos márgenes. El resumen debe tener como mínimo, 100 palabras, y, como máximo, 150 palabras.

(Obs.: Las reseñas se presentarán sin resúmenes o abstract.)

 

4. Palabras clave / Palavras-chave / Keywords – se deben agregar después de cada resumen. Dejar un espacio en blanco. Tipo de letra: Times New Roman 11, interlineado sencillo. Las palabras palabras clave / palavras-chave / keywords deberán estar en negrita, seguidas de dos puntos. Se piden de 3 a 5 palavras-chave en portugués, de 3 a 5 palabras clave en español y de 3 a 5 keywords en inglés, separadas por punto y coma. Alinearlo justificado por ambos márgenes.

(Obs.: Las reseñas se presentarán sin palabras clave.)

Saltar dos líneas en blanco con interlineado sencillo.

 

5. Texto – el tipo de letra será Times New Roman 12, a espacio y medio (1,5) entre líneas y párrafos del texto, y justificado por ambos márgenes. Espacio doble (2,0) entre el texto y las citas, apartados, sub-apartados, ilustraciones y tablas, cuando sea el caso. Los artículos tendrán entre 5 mil y 8 mil palabras, en formato A4, con márgenes superiores e inferiores de 2,5 cm, con márgenes laterales de 3,0 cm. No se aceptarán artículos con menos de 5 mil palabras. Las reseñas tendrán un mínimo de 1.200 y, como máximo, 2.500 palabras. Las páginas no se deben numerar.

5.1. Parráfos: usar interlineado “primera línea” (1,25 cm).

5.2. Apartados (Subtítulos): Times New Roman 14, sin sangrado, en negrita, apenas la primera letra en mayúscula. Numerar subapartados o subdivisiones de segundo nivel, caso necesario, con guarismos arábigos.

5.3. Tablas e ilustraciones (fotografías, dibujos, gráficos, etc.) deben intercalarse según el formato general del texto y ya en su lugar, asignado por el autor, no al final. Recomendamos usar imágenes con una resolución de 72 px. Evítese usar imágenes extra-grandes.

5.4. Notas se deben evitar. Cuando necesarias, deben aparecer a pie de página, numeradas con guarismos arábigos, según el orden de aparecimiento en el texto. Tipo de letra: Times New Roman 10, interlineado sencillo (1,0).

5.5. Énfasis o destaques en el texto – se debe usar la letra negrita. Para palabras en lengua extranjera, se debe usar cursiva. No se deben subrayar los textos.

5.6. Citas de hasta tres líneas vendrán entre comillas, seguidas del apellido del autor (en MAYÚSCULA), año de publicación y página(s). Ej.: (SOSA 2003: 61). Citas de más de 3 líneas, con sangrado de 1,25 cm en ambos márgenes, tipo de letra Times New Roman 11, sin comillas, interlineado sencillo, también seguidas del apellido del autor (en MAYÚSCULA), año de publicación y página(s). Solamente las citas en lengua extranjera deben estar en cursiva.

 

Reseñas

Se presentarán con igual formato al de los artículos (pero sin título ni resumen ni palabras clave) y con la referencia completa de la obra reseñada, en párrafo justificado, en el lugar del título.

 

Algunos ejemplos de citas

  • Cita directa breve, tres líneas o menos:

BORNHEIM (1992: 57) afirma además “De tal forma, la plasticidad del texto se compone a la vez con los mismos recursos de los que se vale su puesta en escena.”

  • Cita indirecta:

Para el dramaturgo y director alemán Bertolt BRECHT (1967), el teatro no debe propiciar apenas las sensaciones y los impulsos permitidos por sus respectivos contextos históricos […].

  • Cita de otra cita:

De tal modo, Henry GIROUX (apud RAJAGOPALAN 2003: 105) cree que […]

  • Cita directa larga, con más de tres líneas:

Según CASTELLS (2011: 29),

[…] si transferimos la noción de globalización a la geografía del mundo antiguo, determinada por las tecnologías del transporte disponibles, podemos decir que existía cierta clase de globalización en la antigüedad, ya que las sociedades dependían –para su sustento, recurso y poder– de la conexión de sus principales actividades con redes que trascendían los límites de su localidad […].

 

6. Anexos – se deben evitar. En caso de que sean necesarios, se deben ubicar antes de las referencias bibliográficas, precedidos por la palabra Anexos, con mayúscula solamente en la letra inicial y en negrita, sin sangrado y sin numerar. Si se trata de textos ya publicados, se debe incluir el permiso de sus editores para publicación. Recomendamos que los anexos solo se usen cuando sean absolutamente imprescindibles. La inclusión de anexos no debe exceder el máximo de caracteres establecido para los artículos.

 

7. Referencias bibliográficas – deben referirse exclusivamente a los textos citados en el trabajo. El título Referencias bibliográficas tendrá apenas la letra R en mayúscula, en negrita, centrado, sin sangrado, dejando dos líneas en blanco, interlineado sencillo, antes del título. Dejar dos líneas en blanco, interlineado sencillo, después del título, antes de la primera referencia. Interlineado sencillo en las referencias bibliográficas, sin sangrado. Interlineado doble entre las obras citadas. Tipo de letra: Times New Roman 12. Para los apellidos de los autores, MAYÚSCULAS. (Ver ejemplos). Las obras citadas en las referecias bibliográficas no se numeran.

 

Algunos ejemplos de Referencias bibliográficas

 

Libro

SMITH, John. Sociolingüística y mundo moderno. Trad. J. Moliner. Madrid: Alianza, 1997. [Original de 1994].

 

Capítulo de libro

CENTENO SEVILLA, Marco Antonio. In: Casares, J (ed.). Nuevos horizontes de la sociolingüística. México: Trillas, 2004, 15-33.

 

Artículo de revista

SOLALINDE SOBRADO, Manuel. La aspiración de (-s) en el Golfo de México. In: Nueva Revista de Filología Hispánica 49(1), 2001, 23-57.

 

Artículo de prensa

TEIXEIRA, Ivan. Gramática do louvor. In: Folha de S. Paulo, Jornal de Resenhas. São Paulo, 08/04/2000, 4.

 

Disertación/tesina o tesis

CINTRÃO, Heloisa Pezza. Colocar lupas, transcriar mapas – Iniciando o desenvolvimento da competência tradutória em nível básico de espanhol como língua estrangeira. Tese de doutorado. FFLCH/USP, São Paulo, 2006.

 

Publicación on line – INTERNET

ABOGADO RODRÍGUEZ, Ana. Derechos indígenas y sociedad de masas. In: Revista de Antropología 2, Santiago de Chile, nov. 2007, 29-35. http://www.derechosdehablantes.org. (23/01/2008).

 

OBSERVACIÓN FINAL: No se aceptarán textos que desconsideren las normas de presentación. Los artículos y reseñas rechazados para publicación no se devolverán a sus respectivos autores.

Chamada para trabalhos

CHAMADA PARA ENVIO DE COLABORAÇÕES PARA O  NÚMERO 10ABH – A Associação Brasileira de Hispanistas convida os interessados (associados ou não à ABH) a enviarem trabalhos para a edição online do número 10 de sua revista abehache.A revista acolhe artigos acadêmicos e resenhas de livros ou de filmes sobre as diversas manifestações lingüísticas, literárias, estéticas, sociais, políticas e históricas do universo hispânico na seção VARIA. Além de uma entrevista, o número 10  incluirá um dossiê para sobre a primeira década da promulgação da Lei 11.161/2005 sobre a obrigatoriedade do ensino da Língua Espanhola nas escolas brasileiras. A Comissão Editorial da ABEHACHE propõe um dossiê com reflexões sobre as diferenças de como cada Estado da união conduziu, inovou ou escamoteou tal obrigatoriedade de implantação do idioma, a fim de  observar, filtrar e discutir  os possíveis modos de revisitar, politicamente, tal questão. Também fará parte do dossiê, artigos sobre informações dos países vizinhos referente ao modo como a Língua Portuguesa está sendo implantada em países do Mercosul; além de artigos sobre  projetos  de intercâmbio inter fronteiriços.  As contribuições para o número 10 devem ser enviadas à  revista. abh@gmail.com ou agadin@gmail até dia 30 de abril de 2016.  As normas de publicação se encontram no site da ABH www.hispanistas.org.br   Os trabalhos qOue não cumpram as normas não serão considerados. As contribuições recebidas serão avaliadas pela Comissão Editorial; Conselho Editorial da Revista, especialistas da área.Os autores serão notificados sobre a recepção de seu trabalho e sobre o resultado da avaliação.

CHAMADA PARA ENVIO DE COLABORAÇÕES PARA O NÚMERO 9

ABH – A Associação Brasileira de Hispanistas convida os interessados (associados ou não à ABH) a enviarem trabalhos para a edição online do número 10 de sua revista abehache.

A revista acolhe artigos acadêmicos e resenhas de livros ou de filmes sobre as diversas manifestações linguísticas, literárias, estéticas, sociais, políticas e históricas do universo hispânico. Além de trabalhos de temas diversos dentro do grande campo do hispanismo, cuja proposta, o número 10 também incluirá um dossiê dedicado ao tema “Trânsitos Culturais” a ser desenvolvido tanto em estudos linguísticos e em educação linguística quanto sobre várias manifestações literárias que atuam nos espaços interfronteiriços. A tradução que conecta as questões linguísticas e culturais intervém a fim de permitir reflexão sobre a transversalidade interlingual ou intermidial que se insere nas esferas geopolíticas contemporâneas. Abordagens dos processos de construção e de circulação de saberes, imaginários e memórias incluídas nas produções linguístico-literárias a partir de diferentes experiências com a linguagem.

Os trabalhos para publicação no número 9 deverão ser enviados a revista.abh@gmail.com até 20 de maio de 2016.

As normas para publicação de trabalhos constam no site da ABH (www.hispanistas.org.br). Não serão considerados textos que não atendam a essas normas. Os trabalhos recebidos serão submetidos à avaliação da Comissão Editorial e de pareceristas da área. Os autores receberão uma notificação do recebimento e do resultado da avaliação.

CONVOCATORIA PARA ENVÍO DE COLABORACIONES PARA EL NÚMERO 9
La ABH – Associação Brasileira de Hispanistas invita a las personas interesadas (asociadas o no a la ABH) a enviar propuestas de trabajos para la edición online del número 10 de su revista abehache. La revista recibe artículos académicos y reseñas de libros o películas sobre las diferentes manifestaciones lingüísticas, literarias, estéticas, sociales, políticas e históricas del universo hispánico. Además de textos en el amplio campo del hispanismo, el número 10 también incluirá un dossier dedicado al tema “Tránsitos Culturales” a ser desarrollado sobre la enseñanza de la lengua o sobre las diversas manifestaciones literarias que actúan en los espacios interfronterizos. La traducción que conecta las cuestiones lingüísticas y culturales intervienen para permitir reflexión sobre la transversalidad interlengual o intermedial que se insiere en las esferas geopolíticas contemporáneas. Se sugieren enfoques de los procesos de construcción y circulación de saberes, imaginarios y memorias incluidas en las producciones lingüísticas literarias desde diferentes experiencias con el lenguaje.   Las contribuciones para el número 9 (1º semestre de 2016) deben ser enviadas a revista.abh@gmail.com hasta el 20 de mayo de 2015. Las normas para publicación se encuentran en el sitio web de la ABH www.hispanistas.org.br. Los trabajos que no cumplan las normas no serán considerados. Las contribuciones recibidas serán evaluadas por la Comisión Editorial y especialistas del área. Se notificará a los autores sobre la recepción de su trabajo y sobre el resultado de la evaluación.